domingo, 12 de novembro de 2017

Auto mimos

Se há coisa no Sudoeste Asiático que gosto de fazer é tratar de mim nos spas - coisa que jamais faço em Lisboa ou na Europa porque os preços são um autêntico roubo.
Pois que aqui já fiz umas 8 massagens - cada uma do seu género, mais uma esfoliação e desvirginei-me na manicure e pedicure. Mas sem verniz que aqui o gajo é muito macho!!

Hoje antes de partir, fui dar umas voltas de mota e ainda fui aparar a barbucha - por 2.5€ - para chegar a casa bonito para o namorado, e ele ficar mais contente com a minha chegada.






sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O que fazer ou não fazer?

Hoje fomos para outra Praia a oeste do nosso hotel em Lombok.
Recomendada nos guias e pelo querido staff dos hóteis.
A caminho um cão morto resta na estrada acabado de ser atropelado e os locais nem se preocupam em retirá-lo; mais à frente uma mãe atirava pedras ao filho - algo que me espantou mesmo muito na Ásia porque até à data só tinha visto carinho com as crianças; entretanto chegámos à praia e deparamos com uma miséria não só humana como ecológica.
Ficamos em choque.
Ao longe viamos uma baía azul, maravilhosa, tal qual postal ilustrado. 

Ops....Update Séc. XXI: Tal qual foto do Instagram.

Ao aproximar-nos, tudo era lixo. Tudo tão sujo. A água de um azul transparente mas cheia de lixo a boiar.
Não quisemos ficar ali, o que muito espantou os locais, ainda por cima depois de termos pago para aceder à praia, e fomos embora enojados e tristes.
Sim, limpeza não é coisa que abunda aqui mas ali, naquele paraíso, naquela baía idílica, chocou-nos.

Fomos para a praia seguinte.
Meia dúzia de locais à sombra, tudo calmo, a jogar cartas.
Em oposição, meia dúzia de turistas - em férias! - a limpar a praia, com sacos de ráfia na mão a apanhar os - alguns - plásticos.

E tentar explicar aos locais que em última instância é para o bem deles? E só tentei falar das questões que lhe são mais próximas - e prementes: o porquê de manter limpos os espaços para ganhar dinheiro com turistas. 
“Discutimos” uns com outros sobre qual a nossa atitude mais certa.
Impor a nossa cultura de limpeza?
Impor a nossa cultura de lazer balnear?
Educá-los à nossa maneira?
Nós é que estamos mal e a invadir o espaço deles?
Com pequenas acções se faz a mudança?

Eu não me juntei ao grupo de limpeza. Do nosso grupo só a Chloé. 
Limpar pelos locais enquanto eles estão à sombra, ou na outra praia estiveram a borrifar-se se ficávamos ou não e não perceberam que perderam “negócio” connosco pois não consumimos na praia?!
Recolher o lixo para acalmar a nossa culpa ecológica e pelo menos fazer alguma coisa pelo planeta, tal como a Chloé fez?
Não sei....Não sei mesmo.
Sou um tipo, que não rara vez, quando vê lixo na rua, apanha.
Mas num país estrangeiro, em especial nestes casos não tenho esse hábito. Acho que não me cabe a mim.
Sei que o planeta é a minha casa. Não um território definido por fronteiras politicas.
Mas estou a ser egoísta e preguiçoso, não?




quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Mercado Kotaraja






Ah que é um mercado local, e é autêntico, e há mesmo os produtos locais, e as pessoas são tão queridas, .....
E o cheiro nauseabundo a esgoto da cidade inteira + merda de vaca com problemas intestinais + mijo de camelo saudita???
Foda-se!!! Foge!!!

(Comprei uma merda pra pendurar meias....muito jeitosa) lol

Presente Ausente

Viajar com companheiro/a, família ou amigos tem mesmo muito que se lhe diga. Mas aqui neste caso, tudo corre bem. Mas ao viajar com estes amigos Franceses há uma vantagem que descobri: não sendo 100% fluente em Francês, posso muitas vezes entrar no meu mundo de pensamentos, por não estar a acompanhar bem a conversa. Coisa que não aconteceria com amigos anglofonos ou lusos. Aí não tinha desculpa para me desligar - como muitas vezes faço - e ficar ausente. 
É algo que faço constantemente. Não sei se por ser filho único, mas facilmente desligo. Continuo na conversa digo sim-não-pois-talvez-claro como se fosse um robot. Rio, fico triste, espanto-me mas apenas o que faço é responder às expressões faciais do outro.
Quem me conhece de infância há muito que me topou. Mas não me desmascara. 
Mantém o pacto.
O meu pacto de silêncio e de ausência social, mas com cabeça a 200/hora em pensamentos díspares. 

...

Sim ainda ando por aqui. Ontem fui ao 5º velório deste ano, mas....... d e resto tudo bem.