terça-feira, 22 de março de 2016

segunda-feira, 21 de março de 2016

Objectivo: Tóquio

Ontem perdemos o nosso avião para Tóquio.
Devido à greve francesa de controladores aéreos, o nosso avião atrasou-se e por cinco minutos perdemos o avião.
O que corremos - nós é um bando de japoneses - naquele aeroporto de Istambul! Foi tão frustrante chegar à porta de embarque à 01:05am e o avião partir apenas 5 minutos depois. 
Tivemos que passar aqui 24h para apanhar o voo seguinte da Turkish para Tóquio.
Aproveitamos para rever amigos, passear um pouco, mas estamos já cansados e a viagem ainda nem começou.
Vamos agora para o aeroporto para seguirmos para o destino final.
Malas, nada.
Não sabemos onde andam.
Estamos desde ontem com mesma roupa e amanhã já vai ser o terceiro dia.
Primeira compra que fizemos em Istambul:
Um desodorizante!!!



domingo, 20 de março de 2016

sábado, 19 de março de 2016

Dia Sem Pai

Há coisas que nos são estranhas, porque nunca foi a nossa pele.
Nunca as tivemos. Nunca as experimentámos. Nunca as saboreámos.
Portanto como podemos sentir a sua falta?
Uma dessas coisas é ter um pai.
O meu morreu, com um tumor, quando eu tinha quatro anos.
Não ter um pai, nunca foi uma grande questão para mim.
Não tinha. Ponto.
De quando a quando questionava-me qual a diferença entre um pai e uma mãe.
E observava a relação dos meus amigos com os pais. Eram muitos diferentes da relação com as mães?
Não achava. 
Achava que as dinâmicas de filh@s com pais e mães, dependia não do sexo, mas de mil e uma outras variáveis e condicionantes.
Mas nunca nunca nunca senti falta de um pai?
Posso ter sentido. No primeiro nó de gravata, por exemplo.
Ou em como a vida da minha mãe seria diferente. Para melhor (acho eu...).
A vida seria diferente?
Claro que sim. Talvez viveria noutra cidade, talvez houvesse uma dinâmica familiar não tão centrada em mim, receberia outras influencias boas ou más, teria outras qualidades e outros defeitos.
Aceitaria a minha homossexualidade?
Seria mais uma pessoa para gerir. Era um comuna como os meus tios mais conservadores gostam de se referir a ele, mas não tenho a mínima ideia se era um homem progessista se retrógado. 
É um desconhecido?
Sim. Posso dizer que sim. Todas as referencias, historias, acontecimentos, são me contados por terceiros. E por mais comparação que façam com ele, é-me um desconhecido.











Saudades do piqueno

Se há coisa que gosto de fazer é conduzir no estrangeiro. Deixar-me perder, descobrir pequenas vilas ou novos bairros dentro das cidades visitadas, perceber as diferentes culturas automobilísticas nos diferentes países (medo em Itália, tensão no Brasil, aborrecimento na Suiça), mas acima de tudo, descobrir novos carros.
Sim eu sou daqueles que no rent-a-car se põe a fazer choradinho....
Agora que vou de férias lembrei-me do meu pequeno amigo Captur, que na última viagem tanto quilómetro fez connosco no Benelux e na Liga Hanseática no Norte da Alemanha. 
Tivemos a sorte de nos ter calhado a versão Helly Hansen, que decorou o carro com pormenores super divertidos e que estava super bem equipada.
Agora, só quero ver que carro estranho me vai calhar nas terras do Sol Nascente.





quinta-feira, 17 de março de 2016

Ménage a Trois

Ler o Logan a escrever de um ménage a trois em que lhe ofereciam dinheiro fez-me lembrar o meu primeiro ménage a trois.
Estava eu no aniversário de um recente amigo, ou seja, um conhecido, deixei-me ficar para o final para ver se acontecia alguma coisa, tipo "estou tão cansado, e moro tão longe, não tens um quarto extra?"
Saiu toda a gente, menos um amigo padre e a mãe.
A mãe lá ia arrumando as coisas, e o aniversariante convidou-me a ficar, pois a cama tinha de largura dois metros.
A mãe saiu, e o aniversariante, que também tinha convidado o padre para ficar, disse que estava cansado e lá fomos os três para a linda caminha de dois metros de largura.
Pelos vistos era estreita, porque em três tempos, já estávamos os três enrolados.

Lembrei-me disto, porque o que foi bom no ménage, foi precisamente o imprevisto, e o pouco contacto passado com as outras duas pessoas.
Acho mesmo que num ménage, a coisa tem que ter estas duas premissas: a imprevisibilidade, que dá tesão à coisa, e o afastamento emocional (mas algum à vontade) dos participantes.
Se assim não for, não me apanham numa cowboyada!

E esta foi muito memorável.


quarta-feira, 16 de março de 2016

País Impagável

Crush #6

Sempre que vejo o Lourenço Ortigão, lembro-me do Zac Efron. Creio que são o mesmo género de meninos, assim meio imberbes mas no caminho de uma maturidade promissora.



Os EUA vivem doidos com o Zac (que não me diz nada). Mas é porque não conhecem o produto nacional chamado Lourenço.








terça-feira, 15 de março de 2016

Perfect Match

Eu: Então, nunca mais apareceu?

A Senhora de Idade Bem Avançada: Oh, arranjei um namorado!

Eu: Óptimo que bom!

A.S.I.B.A: Sim é muito bom. Ele quer é trepar muito...

Eu: Aproveite! Mas quem ele é?

A.S.I.B.A: É Aquele Senhor Muito Velhinho!

Eu: Sério, o A.S.M.V?? Cuidado, olhe que ele já matou três esposas. 

A.S.I.B.A: Eu sei!! Eu também já matei dois.




Memórias 2019: Bali, Indonésia

Memórias Avulsas: No regresso a Bali, voltei a encontrar a sofisticação oriental de tantos lugares, que não mata a cultura local. O bulício...