domingo, 31 de julho de 2016

Hibernar por um mês...

Amanhã dia 1 de Agosto, este blog entra de férias, e o fotolog - que exige menos que o tico e teco funcionem - entra em acção.

Boas férias, e para os que ficam cá, temos pena. :-p

E sim, eu já estou neste modo de hibernação.





sexta-feira, 29 de julho de 2016

Perdidos no próprio país.

Excelente artigo de amiga minha no Jornal de Negócios de hoje, com tocantes depoimentos dos meus amigos turcos. 
E sim, eles querem vir para cá. 
E eu cá estarei de braços abertos.



quinta-feira, 28 de julho de 2016

Liberdade

Cruzei-me com ele enquanto pedalava à beira rio.
Trocámos olhares, fizemos meia volta e parámos.
Os montes de relva artificiais do Parque das Nações eram ideais para encostar as bicicletas e sentarmos-nos a descansar.
Conversámos um pouco.
O tempo urgia.
Beijámos-nos rapidamente e muito intensamente.
Estava muito calor, mas as nuvens que pairavam à nossa volta decidem interromper os beijos.

Pegámos nas bicicletas e com a água a escorrer na cara e lábios quentes rolámos pela beira rio.

E liberdade, naquele tempo, era isto.
Simplesmente andar de bicicleta na chuva.








quarta-feira, 27 de julho de 2016

Big Question Point

Será normal, numa oferta de emprego para um comercial da Horeca, ter que "dominar a dança disco turca anos 70"?


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Afectivo Efectivo

De aniversário em aniversário os meus amigos de infância, tal como eu, estão a chegar aos 40 - só em Julho são 3 festas.

Com estas amizades mais antigas a relação é muito diferente comparada com as mais recentes - por culpa unicamente minha.
Sinto sempre que não sou quente atencioso dado carinhoso com estes de longa data que cresceram comigo.
Porquê?
O Anfitrião era outro. É a verdade.
A grande mudança ocorreu há pouco mais de quinze anos, quando comecei a libertar a Lady Vanessa que há em mim.
Aí tornei-me menos retraído frio fechado castrado. Mas apenas com as novas amizades.
Com os antigos nunca consegui mudar o registo.
E sei que estes amigos de infância têm algum ciúme de amizades mais recentes e olham sempre tristes para este Anfitrião que beija repenicadamente X ou que abraça calorosamente Y.

Como com estes antigos aprendi a dar um amor efectivo em vez de afectivo. 
E prova disto tinha uma mensagem do aniversariante de hoje, logo pela manhã.
Como acha que eu roço o cu pelas paredes, incumbe-me de: "escolher os convidados, convidá-los, escolher e reservar restaurante".

E ele...
...está quase aí a aparecer.
Vou chorar.
Escondido claro.




Já Melhorou com Alexandre Quintanilha


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Cevicheando


Sogro e sogra

Estava a ler o 1632 horas e pensei nos meus sogros.
Os antigos eram super queridos mas pouco os via.
Uns viviam no Brasil e os primeiros viviam no Porto.
Por isso longe da vista longe do coração.
Estes a coisa já é um pouco diferente.
Para além de viverem na Grande Lisboa, nos primeiros anos estiveram muito presentes, muito por meu esforço em querer acompanhar o meu namorado, e querer, perante os sogros - melhor perante o sogro - normalizar a sexualidade do filho na cabeça do senhor.
Ele é uma personagem sui generis.
Já o expliquei aqui neste momento de raiva.
Mas curioso, não consigo odiá-lo. Nem com os episódios infantis em que me tentou apagar.
Pode ter tentado apagar-me - e acredito sem malvadez mas por puro preconceito - mas de todos os genros e noras, sou aquele que ele mais admira, que lhe dá mais atenção, que lhe envia mailzinhos da treta com notícias que lhe podem interessar, que lhe pergunta pela saúde, que elogia o vinho que produz e o distribui por meio mundo, que lhe faz os favorzinhos, que se senta à mesa e fala com ele sobre viagens.

E tauuuuuu!!
E vai uma bofetada de luva branca!

Ela, um super querida.
Adoro quando nos encontramos e ela, pequenita, estica os braços para cima coloca as mãos nas minhas faces e dá beijos repenicadinhos.
Adoro quando caminhamos em grupo e ela vem sempre ao pé de mim a confessar-se.
Adoro quando me liga para conversarmos sobre a família ou saber deste ou daquele.
É a primeira a quem envio fotos de festas, viagens, locais que visito. Ela gosta de conhecer e eu gosto de lhe dar a conhecer.
É bom ter uma segunda mãe.
Porque amor verdadeiro nunca é demais.






Memórias 2019: Bali, Indonésia

Memórias Avulsas: No regresso a Bali, voltei a encontrar a sofisticação oriental de tantos lugares, que não mata a cultura local. O bulício...