sábado, 21 de janeiro de 2012

E porque não?

Foi numa conversa a caminho do Optimus Alive - a noite prometia com Florence, La Roux, XX e Calvin Harris - que a ideia de receber gente e torná-lo lucrativo tomou forma.
E porque não?
Lembro-me que passei os concertos com esse bichinho a cutucar, e desejoso de chegar a casa e perguntar, "porque não?". Não sei se é por ser filho único mimado e glorificado, mas quando quero algo, consigo-o sempre. Dê por onde der.
Esta obsessão não é irracional. Sei que aos olhos dos outros poderá parecer assim uma coisa meio tonta do momento. Mas a minha agilidade mental - filho único pensava muito e conversava pouco - permite-me que quando vou expor o caso já chego com o esquema minimamente organizado - apesar de não o transmitir - como tal irá ser alcançado.
Faço de conta que estou a dialogar. A atirar o barro à parede. A levantar hipóteses.
Mal ele sabia no que isto se iria tornar.
E eu também.











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Jakarta